Uniformes de cocina profesional: cómo elegir tejido y corte
Uniformes Personalizados

Uniformes de cozinha profissional: como escolher tecido e corte

Que tecido e que corte escolher para um uniforme de cozinha profissional que aguente o ritmo real de um serviço, sem abdicar da imagem de marca.

Patricia Rojas
Patricia Rojas

De todos os uniformes que confecionamos, os de cozinha são provavelmente os que têm mais exigências técnicas. Não basta que representem bem a marca do restaurante: têm de aguentar calor, humidade, nódoas e movimento constante durante turnos de várias horas.

Quando um chef ou um responsável de sala me pede uma casaca nova, a primeira pergunta nunca é sobre o design. É sobre como se trabalha naquela cozinha em concreto.

"Um uniforme de cozinha que não aguenta o turno não é um uniforme. É um problema disfarçado de peça bonita."

O tecido decide mais do que o design

Na cozinha, o tecido tem de fazer um trabalho quase tão duro como quem o veste. Precisa de respirar para que o calor dos fogões seja suportável, resistir a lavagens frequentes a alta temperatura e não encolher nem deformar com o uso diário.

O algodão grosso e as misturas técnicas com uma certa percentagem de poliéster costumam dar melhor resultado do que um algodão 100% em ambientes de muito calor, porque mantêm a forma e secam mais depressa.

Da minha mesa de trabalho

Pergunto sempre quantos serviços seguidos faz a equipa antes de mudar de roupa. Essa resposta diz-me mais sobre que tecido precisam do que qualquer catálogo de tecidos.

O corte importa tanto como o tecido

Uma casaca mal cortada limita o movimento exatamente nos gestos mais repetidos da cozinha: levantar os braços, baixar-se, virar-se entre postos. Por isso trabalho com moldes que deixam margem nos ombros e nas cavas, mesmo que isso signifique afastar-me um pouco do corte mais justo que às vezes é pedido por estética.

  • Mangas com margem suficiente para movimentos amplos
  • Fechos pensados para tirar a peça rapidamente em caso de queimadura ou salpico
  • Bolsos colocados onde realmente se usam, não apenas onde ficam bem
  • Costuras reforçadas nas zonas de maior tensão

"O melhor uniforme de cozinha é aquele que a equipa deixa de notar cinco minutos depois de começar o turno."

Cores e nódoas: uma batalha que se ganha antes de costurar

As nódoas de cozinha são inevitáveis, mas é possível reduzir muito o seu impacto visual escolhendo bem a cor e o tecido desde o início. Os tons escuros ou com textura disfarçam melhor do que o branco liso, e certos acabamentos repelem a gordura antes de esta se fixar na fibra.

Personalizar sem perder funcionalidade

O bordado do nome do restaurante ou do logotipo deve ser colocado a pensar no movimento, não só na estética: uma zona demasiado rígida por causa do bordado pode incomodar exatamente onde o braço roça o corpo ao trabalhar. Encontrar esse equilíbrio entre imagem de marca e conforto real é, para mim, a parte mais interessante da encomenda.

Se estás a pensar renovar os uniformes da tua equipa de cozinha, podes contactar o Atelier Yvicor. Podemos desenhar casacas e aventais pensados para o ritmo real da tua cozinha, não apenas para as fotos do menu.

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"Um uniforme de cozinha bem pensado não se vê no prato, mas nota-se no serviço."

— Patricia Rojas

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